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UFJF
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ATENÇÃO NUTRICIONAL NA INFÂNCIA: RELATO DE CASO

5 de nov. de 2026 10:30
1h 30m
Auditório e pátio (UFJF)

Auditório e pátio

UFJF

R. Manoel Byrro, 241 - Vila Bretas, Gov. Valadares - MG, 35032-620
Relato de Experiência Saúde 5 am - Relato de Experiência

Descrição

ATENÇÃO NUTRICIONAL NA INFÂNCIA: RELATO DE CASO
Elena Drumond de Paula Pacheco
Universidade Federal de Juiz de Fora, campus Governador Valadares
Natália Ferreira Almeida Coelho
Universidade Federal de Juiz de Fora, campus Governador Valadares
Maria Heloisa Dutra de Souza
Universidade Federal de Juiz de Fora, campus Governador Valadares
Ana Karolina Vieira Arruda
Universidade Federal de Juiz de Fora, campus Governador Valadares
Ana Luísa Ferreira Marinho
Universidade Federal de Juiz de Fora, campus Governador Valadares
Mariana de Melo Cazal
Universidade Federal de Juiz de Fora, campus Governador Valadares
Martha Elisa Ferreira de Almeida
Universidade Federal de Viçosa, campus Rio Paranaíba
Gisele Queiroz Carvalho
Universidade Federal de Juiz de Fora, campus Governador Valadares
Nilcemar Rodrigues Carvalho Cruz
Universidade Federal de Juiz de Fora, campus Governador Valadares
Palavras-chave: Seletividade alimentar; Educação Alimentar e Nutricional; Transtorno do Espectro Autista.

  1. INTRODUÇÃO
    A nutrição adequada representa um fator fundamental para o crescimento e o desenvolvimento saudável das crianças, sobretudo durante a fase pré-escolar. Um obstáculo para isso são os comportamentos alimentares seletivos percebidos, frequentemente, em muitas crianças que recusam determinados alimentos e demonstram preferência por outros (Abreu, 2023).
    Entre os fatores associados à seletividade alimentar destacam-se os aspectos genéticos, sensibilidade sensorial (a cheiros, texturas e sabores), traços de personalidade, depressão e ansiedade materna, estilos e práticas parentais, bem como as características do ambiente alimentar em que a criança está inserida (Loureiro, 2024).
    A família, pais e/ou cuidadores, constituem o principal referencial para a formação do comportamento alimentar na primeira infância. Segundo Schmidt (2020), além dos fatores culturais e psicossociais, a aceitação ou rejeição dos alimentos pelas crianças nessa fase são fortemente influenciados pela forma como os alimentos são introduzidos e oferecidos pela família, que atuam como os primeiros educadores nutricionais. Além das influências familiares, os aspectos psicossociais e culturais também desempenham um papel relevante na formação dos hábitos alimentares infantis (Loureiro, 2024).
    A sensibilidade sensorial é comum entre as crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) (Moraes et al., 2021), o que pode explicar, pelo menos em parte, a seletividade alimentar presente na maioria das crianças com este diagnóstico (Esposito et al., 2023). Um estudo realizado por Moraes et. al (2021) observou que 53,4% das crianças e adolescentes autistas apresentaram seletividade alimentar, caracterizada principalmente por recusas baseadas em aspectos sensoriais como odor (56,4%), textura (53,9%), aparência (53,8%) e temperatura (51,3%) dos alimentos, impactando diretamente no estado nutricional e aumentando o risco de deficiências nutricionais e déficit de crescimento e desenvolvimento (Costa et al., 2024).
    A infância é marcada por um período de intensas aprendizagens e formação de comportamentos, os quais podem permanecer ao longo da vida. Dentre diversas aprendizagens, alimentar-se de forma saudável é uma das que mais se destaca, pois influencia diretamente na saúde da criança. Nesta fase ocorre um rápido crescimento e desenvolvimento, sendo a alimentação crucial para garantir que esses eventos ocorram de forma adequada (Lopes et al., 2018).
    Neste aspecto, a Educação Alimentar e Nutricional (EAN) se configura como uma importante estratégia para a promoção de hábitos alimentares saudáveis desde a infância. Trata-se de um campo de conhecimento e de prática contínua e permanente, que utiliza abordagens educativas problematizadoras e participativas, com o objetivo de promover a autonomia dos indivíduos nas escolhas alimentares. Além disso, considera as diferentes fases do curso da vida, as particularidades socioculturais dos indivíduos, os processos que compõem o sistema alimentar e as múltiplas dimensões do comportamento alimentar (BRASIL, 2012).
    No Brasil, as diretrizes de alimentação escolar orientam para a introdução de novos alimentos por meio de estratégias lúdicas, como atividades com desenhos, teatro e histórias, aproximando os alimentos do universo infantil. O Marco de Referência de Educação Alimentar e Nutricional para as Políticas Públicas destaca que essas ações devem incentivar a autonomia nas escolhas alimentares e o desenvolvimento de habilidades culinárias, promovendo a consciência sobre os aspectos sensoriais, simbólicos e cognitivos dos alimentos. Atividades que envolvem o preparo e manuseio dos alimentos tornam-se, portanto, práticas emancipatórias que contribuem para o empoderamento das crianças em suas escolhas alimentares (Coura, 2019).
    Diante da relevância social e atual desse tema, este trabalho tem como objetivo relatar um caso clínico referente ao atendimento nutricional de uma criança com TEA e seletividade alimentar.

  2. DESENVOLVIMENTO
    2.1 Caracterização do acompanhamento e procedimentos
    Trata-se de um relato de caso referente ao acompanhamento nutricional ambulatorial de uma criança do sexo masculino, com 5 anos e 2 meses no início do seguimento, atendida na Clínica-Escola de Nutrição da Universidade Federal de Juiz de Fora, Campus Governador Valadares (UFJF/GV), no âmbito do projeto de extensão “Atenção Nutricional na Infância”. A criança foi encaminhada pela nutricionista da Unidade Básica de Saúde de seu bairro. No período, também participava de acompanhamento multiprofissional, com intervenções de psicomotricidade, terapia cognitivo-comportamental e terapia ocupacional.
    O acompanhamento ocorreu entre setembro de 2025 e março de 2026, totalizando 13 atendimentos ao longo de sete meses, com frequência semanal, às segundas-feiras, exceto em feriados e no período de férias acadêmicas. As consultas foram conduzidas pela nutricionista professora coordenadora do projeto, com apoio de três acadêmicas do curso de Nutrição previamente treinadas. A criança e sua responsável eram atendidas simultaneamente em ambientes distintos: enquanto a responsável compartilhava informações sobre a alimentação em casa e recebia orientações, a criança participava de atividades individualizadas de EAN.
    A coleta de informações contemplou dados gerais e clínicos, avaliação antropométrica, avaliação dietética e investigação do comportamento alimentar. Foram utilizados formulário pré-consulta, formulário de atendimento de crianças maiores de dois anos, Recordatório Alimentar de 24 horas (R24h), Questionário de Frequência Alimentar (QFA) e Escala de Avaliação e Acompanhamento da Seletividade Alimentar. O R24h foi aplicado no primeiro e no décimo atendimento; o QFA e a escala de seletividade foram utilizados no início e ao final do acompanhamento. (Brasil, 2011).
    A análise do R24h foi realizada com auxílio do software Dietbox, considerando consumo energético, distribuição de macronutrientes, fibras e micronutrientes selecionados, incluindo vitamina D, cálcio, ferro e zinco, entre outros nutrientes avaliados. Os valores foram comparados às recomendações de referência para a faixa etária. (Institute of Medicine, 2005). O peso e a estatura foram aferidos mensalmente, e os índices antropométricos foram avaliados conforme os procedimentos e parâmetros utilizados pelo Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Brasil, 2011) e pela Organização Mundial da Saúde.
    Os exames bioquímicos não estavam disponíveis no início. Segundo o relato da mãe, a criança apresentava resistência à coleta de sangue. Entretanto, durante o acompanhamento, a responsável se mostrou motivada a realizar os exames, sendo solicitados hemograma completo, glicemia de jejum, colesterol total, LDL-colesterol, HDL-colesterol, triglicerídeos, vitamina D, ferritina e vitamina B12. Os resultados foram considerados em conjunto com os demais dados clínicos e nutricionais.
    Durante as consultas, também foram realizadas escuta e orientação parental, com registro de relatos semanais sobre as refeições e as dificuldades encontradas no ambiente domiciliar. As orientações buscavam apoiar a responsável, alinhar expectativas e favorecer a aplicação das estratégias de forma consistente, sem pressão para que a criança aceitasse imediatamente os alimentos (Brasil, 2012). A participação familiar e a adaptação das estratégias ao contexto da criança também são aspectos relevantes no manejo da seletividade alimentar (Abreu et al., 2023).
    2.2 Estratégias de Educação Alimentar e Nutricional
    Nos três primeiros encontros, foram priorizadas a avaliação inicial, a identificação das principais dificuldades alimentares e a elaboração do plano de intervenção. A partir do quarto atendimento, as sessões passaram a seguir uma organização estruturada em quatro momentos complementares, ajustados à resposta e ao perfil sensorial da criança.
    O momento motivacional tinha como finalidade despertar curiosidade e favorecer o envolvimento nas atividades. Em seguida, no momento de conhecimento, eram apresentadas informações sobre o alimento trabalhado, como nome, origem, características, cores, texturas, benefícios nutricionais e formas de consumo, utilizando linguagem compatível com a idade. No momento de experimentação, a criança era incentivada a observar, tocar, cheirar, manipular e, quando se sentia confortável, degustar o alimento. Por fim, o momento de desafio retomava a experiência da sessão e estimulava novas oportunidades de contato e experimentação.
    A intervenção valorizou a exposição gradual e respeitosa, sem transformar a degustação em uma exigência. A adaptação das atividades ao longo do processo foi importante para manter o engajamento e considerar as particularidades da criança. (Coura et al., 2022). O acompanhamento da responsável permitiu relacionar as experiências das consultas às situações vivenciadas em casa e discutir maneiras de oferecer os alimentos em diferentes preparações e contextos. (Silva; Cavalcante, 2020).
    2.3 Resultados
    No início do acompanhamento, a criança apresentava repertório restrito, com aceitação de 14 alimentos in natura ou minimamente processados entre os 57 itens investigados pela escala de seletividade alimentar. A restrição era particularmente evidente em frutas, verduras e legumes. Também havia consumo de alimentos ultraprocessados, aspecto relevante para a avaliação da qualidade global da alimentação.
    Ao final dos 13 atendimentos, o repertório aceito havia aumentado para 29 alimentos in natura ou minimamente processados, correspondendo a 15 itens adicionais em relação ao início. Entre os alimentos incorporados, destacaram-se laranja, batata, batata-doce, aveia, pão francês, brócolis, chia e ovo. Também houve aceitação de novas preparações e bebidas, incluindo omelete, vitamina de morango e sucos de limão, uva e maracujá. A evolução indica ampliação das oportunidades de consumo e maior abertura para alimentos e formas de apresentação anteriormente pouco aceitos.
    A avaliação dietética identificou, no primeiro R24h, consumo abaixo das recomendações para energia, fibras e alguns micronutrientes, incluindo vitamina D, cálcio, ferro e zinco. Na avaliação realizada durante o seguimento, observou-se aumento na ingestão de todos os nutrientes apresentados na comparação, com variações entre 5,5% e 194,9%. Houve crescimento expressivo no consumo estimado de vitamina C, zinco, ácido fólico, fibras e ferro, entre outros itens. A distribuição percentual dos macronutrientes permaneceu dentro dos intervalos de referência nos dois momentos, com aumento da participação de proteínas no segundo R24h.
    A ampliação do repertório e a redução do consumo de alguns ultraprocessados, como biscoitos recheados, macarrão instantâneo e salgadinhos industrializados, acompanharam a melhora observada na qualidade da dieta. Esses resultados devem ser interpretados considerando que o R24h representa o consumo relatado em dias específicos e não necessariamente toda a variação alimentar habitual.
    Quanto ao estado nutricional, não foram identificados sinais ou sintomas clínicos sugestivos de deficiências nutricionais, e a função intestinal permaneceu estável. Os dados antropométricos mostraram manutenção do estado nutricional adequado durante o seguimento e evolução positiva do índice estatura para idade. O peso passou de 22,0 kg para 23,3 kg e a estatura, de 119,0 cm para 125,3 cm, indicando crescimento ao longo do período acompanhado.
    Nos exames bioquímicos, o colesterol total e o LDL-colesterol apresentaram valores discretamente elevados. Os demais parâmetros avaliados encontravam-se dentro dos valores de referência informados para a faixa etária. Esses achados reforçam a importância de integrar informações dietéticas, clínicas, antropométricas e bioquímicas, sem avaliar o estado nutricional com base em um único indicador.
    2.4 Discussão
    Os resultados do caso mostram que a seletividade alimentar pode ser acompanhada de uma dieta pouco variada mesmo quando o estado antropométrico se mantém adequado (Moraes et al., 2021). Por esse motivo, a avaliação nutricional de crianças com TEA deve ir além do peso e da estatura e investigar quais alimentos são aceitos, em que formas são consumidos, quais grupos estão ausentes e quais aspectos sensoriais ou contextuais estão relacionados às recusas (Costa et al., 2024).
    O aumento de 14 para 29 alimentos aceitos sugere que a intervenção individualizada, baseada em atividades lúdicas e exposição gradual, foi útil para ampliar o repertório alimentar da criança acompanhada. A aproximação progressiva aos alimentos possibilitou que o contato não se limitasse à ingestão: observar, tocar, cheirar e manipular também foram etapas relevantes de familiarização (Silva; Cavalcante, 2020). Respeitar o ritmo individual pode favorecer uma experiência alimentar menos aversiva e aumentar as oportunidades de aceitação ao longo do tempo (Coura et al., 2022).
    A melhora dos indicadores dietéticos observada no segundo momento de avaliação é coerente com a ampliação do repertório e a inclusão de alimentos de diferentes grupos. A maior diversidade alimentar pode contribuir para aumentar a oferta de fibras e micronutrientes e reduzir a dependência de produtos ultraprocessados (Costa et al., 2024). Entretanto, como a análise dietética foi baseada em recordatórios aplicados em momentos específicos, os resultados não permitem afirmar que a ingestão diária tenha sido uniforme durante todo o período (Institute of Medicine, 2005).
    A participação da família constituiu parte importante do acompanhamento. As orientações parentais possibilitaram compreender as dificuldades enfrentadas nas refeições e apoiar a continuidade das estratégias em casa (Brasil, 2012). Em casos de seletividade alimentar, expectativas realistas, repetição de oportunidades de contato e ausência de coerção podem ser importantes para a adesão (Abreu et al., 2023). A intervenção também precisa ser flexível, pois uma estratégia que funciona em determinada sessão pode necessitar de ajustes em outro momento.
    A manutenção de indicadores antropométricos adequados não elimina a necessidade de acompanhamento da qualidade da alimentação. A avaliação antropométrica deve seguir procedimentos padronizados para permitir o monitoramento do crescimento (Brasil, 2011). Do mesmo modo, alterações discretas de colesterol total e LDL devem ser interpretadas em contexto clínico e acompanhadas pela equipe responsável. A abordagem multiprofissional pode contribuir para integrar as necessidades alimentares, sensoriais, comportamentais e familiares da criança (Moraes et al., 2021).
    Entre as limitações do estudo, destaca-se a realização dos recordatórios alimentares em dias associados aos atendimentos, que ocorriam às segundas-feiras, sem representação de diferentes dias úteis e finais de semana. Assim, a variabilidade do consumo habitual pode não ter sido captada integralmente. Além disso, trata-se de um único caso, de modo que os achados descrevem a evolução individual observada e não podem ser generalizados para todas as crianças com TEA e seletividade alimentar.

  3. CONCLUSÕES
    O acompanhamento nutricional realizado ao longo de sete meses, com 13 ratendimentos, possibilitou documentar mudanças positivas na alimentação de uma criança pré-escolar com TEA e seletividade alimentar. A principal mudança foi a ampliação do repertório de alimentos in natura e minimamente processados, de 14 para 29 itens, acompanhada por melhora nos indicadores dietéticos e evolução adequada do crescimento, com manutenção do estado nutricional.
    Os resultados apontam que estratégias de Educação Alimentar e Nutricional estruturadas de forma lúdica, com exposição gradual aos alimentos, podem contribuir para ampliar as experiências alimentares. A intervenção deve considerar o perfil sensorial, o ritmo e a individualidade da criança, além da dinâmica familiar, com reavaliação contínua das estratégias e expectativas realistas.
    Por se tratar de relato de caso, os resultados devem ser compreendidos no contexto da criança acompanhada. Estudos com maior número de participantes e seguimento de longo prazo são necessários para investigar a manutenção das mudanças e os fatores que favorecem a aceitação alimentar. Ainda assim, a experiência reforça a importância do acompanhamento nutricional precoce, individualizado e articulado à atenção multiprofissional.

  4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
    ABREU, Lorena Dana de; SILVA, Luana Guimarães da; AMORIM, Mariana Eloy de; SILVEIRA, Bianca Resende Campos; NAKAO, Cibele Aparecida Santos; GUIMARÃES, Marcela Augusta Rodrigues. Aspectos que influenciam a seletividade alimentar em crianças na fase pré-escolar. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, v. 9, n. 10, p. 4451–4459, 2023. DOI: https://doi.org/10.51891/rease.v9i10.12337.
    BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome; Ministério da Saúde. Marco de Referência de Educação Alimentar e Nutricional para as Políticas Públicas. Brasília: MDS; MS, 2012.
    BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Orientações para a coleta e análise de dados antropométricos em serviços de saúde: Norma Técnica do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional – SISVAN. Brasília: Ministério da Saúde, 2011.
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    COURA, C. P. et al. Innovative methods in nutritional interventions through sensory-based workshops with preschool children. Revista de Nutrição, Campinas, v. 35, e210227, 2022. DOI: https://doi.org/10.1590/1678-9865202235e210227.
    COSTA, Dayane Dayse de Melo et al. Relação entre seletividade alimentar e deficiências de micronutrientes em crianças e adolescentes com autismo: uma revisão sistemática. Revista Brasileira de Obesidade, Nutrição e Emagrecimento, São Paulo, v. 18, n. 116, p. 903–916, set./out. 2024.
    ESPOSITO, Marco; MIRIZZI, Paolo; FADDA, Roberta; PIROLLO, Chiara; RICCIARDI, Orlando; MAZZA, Monica; VALENTI, Marco. Food selectivity in children with autism: guidelines for assessment and clinical interventions. International Journal of Environmental Research and Public Health, v. 20, n. 6, art. 5092, 2023. DOI: https://doi.org/10.3390/ijerph20065092
    INSTITUTE OF MEDICINE. Dietary Reference Intakes for Energy, Carbohydrate, Fiber, Fat, Fatty Acids, Cholesterol, Protein, and Amino Acids. Washington, DC: National Academies Press, 2005.
    LOUREIRO, Giovanna Peres et al. Associação entre práticas parentais na alimentação infantil, uso de eletrônicos e seletividade alimentar na infância. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, Recife, v. 25, e20240089, 2025. DOI: https://doi.org/10.1590/1806-9304202500000089
    MORAES, Lilia Schug de et al. Seletividade alimentar em crianças e adolescentes com transtorno do espectro autista. Revista da Associação Brasileira de Nutrição, São Paulo, v. 12, n. 2, p. 42–58, 2021.
    Sociedade Brasileira de Pediatria. Departamento Científico de Nutrologia. Manual de alimentação: orientações para alimentação do lactente ao adolescente, na escola, na gestante, na prevenção de doenças e segurança alimentar. 5a ed. Rio de Janeiro: SBP; 2024.

Horário/ Turno de apresentação 14 às 15h30

Autores

Sra. Elena Drumond de Paula Pacheco (Universidade Federal de Juiz de Fora, campus Governador Valadares) NILCEMAR CRUZ

Co-autores

Srta. Ana Karolina Vieira Arruda (Universidade Federal de Juiz de Fora, campus Governador Valadares) Srta. Ana Luísa Ferreira Marinho (Universidade Federal de Juiz de Fora, campus Governador Valadares) Sra. Gisele Queiroz Carvalho (Universidade Federal de Juiz de Fora, campus Governador Valadares) Srta. Maria Heloisa Dutra de Souza (Universidade Federal de Juiz de Fora, campus Governador Valadares) Srta. Mariana de Melo Cazal (Universidade Federal de Juiz de Fora, campus Governador Valadares) Sra. Martha Elisa Ferreira de Almeida (Universidade Federal de Viçosa, campus Rio Paranaíba) Srta. Natália Ferreira Almeida Coelho (Universidade Federal de Juiz de Fora, campus Governador Valadares)

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